hoje tenho algo a dizer, pois finalmente encontrei alguma inspiração e vontade. alguma inspiração, vontade e metáforas. muitas metáforas.
pois bem, somos todos pássaros. vivemos em ninhos meticulosamente arranjados e nascemos de ovos, cujos pais trataram de criar. nascemos e as nossas mães alimentam-nos, protegem-nos no inverno. fazem tudo por nós, como ditam as regras do mundo animal irracional. e racional até.
no nosso primeiro voo, os pais estão lá. dão indicações e chamam muito a nossa atenção para que não haja qualquer dano. ensinam-nos a voar, a piar. caçam minhocas por nós, tratam-nos das asas e do bico pequeno. mas há uma altura em que todos temos de voar e sair do ninho. faz parte do ciclo: recebemos dos pais e voamos, para mais tarde procriarmos e darmos tudo isto às nossas crias. é como tudo na vida. há uma altura em que temos de deixar ir, de largar... todavia, há gente que gosta de contrariar. muitos pais não suportam a ideia dos filhos terem as suas próprias asas. quase que lhes proporcionam quedas de insegurança, ao cabo de estes voltarem para o ninho que eles próprios contruíram. enfim, não os querem largar. os filhos crescem. são pássaros que não voam, pássaros de asas que preferiam não as ter. asas de pássaro sem asas. e, numa qualquer floresta ou bosque, algures numa árvore, vivem como se estivessem numa gaiola.
acho que foi daqui que veio a expressão «mãe-galinha». pois as galinhas não voam. assim como os filhos que não querem deixar voar. há muitas que no mundo real quase têm penas...
pois bem, somos todos pássaros. vivemos em ninhos meticulosamente arranjados e nascemos de ovos, cujos pais trataram de criar. nascemos e as nossas mães alimentam-nos, protegem-nos no inverno. fazem tudo por nós, como ditam as regras do mundo animal irracional. e racional até.
no nosso primeiro voo, os pais estão lá. dão indicações e chamam muito a nossa atenção para que não haja qualquer dano. ensinam-nos a voar, a piar. caçam minhocas por nós, tratam-nos das asas e do bico pequeno. mas há uma altura em que todos temos de voar e sair do ninho. faz parte do ciclo: recebemos dos pais e voamos, para mais tarde procriarmos e darmos tudo isto às nossas crias. é como tudo na vida. há uma altura em que temos de deixar ir, de largar... todavia, há gente que gosta de contrariar. muitos pais não suportam a ideia dos filhos terem as suas próprias asas. quase que lhes proporcionam quedas de insegurança, ao cabo de estes voltarem para o ninho que eles próprios contruíram. enfim, não os querem largar. os filhos crescem. são pássaros que não voam, pássaros de asas que preferiam não as ter. asas de pássaro sem asas. e, numa qualquer floresta ou bosque, algures numa árvore, vivem como se estivessem numa gaiola.
acho que foi daqui que veio a expressão «mãe-galinha». pois as galinhas não voam. assim como os filhos que não querem deixar voar. há muitas que no mundo real quase têm penas...
porque é que isto me faz lembrar alguma coisa? xD
ResponderEliminarfrustrante -.-