Em todas as histórias existe sempre alguém que é especial. Alguém que o autor descreve pormenorizadamente, ou alguém que é subentendidamente especial. Mas nesta história não há, e desculpem se cair na tentação de o fazer. Somos todos pessoas, ou pelo menos deveríamos sê-lo. Não chega viver de sonhos, nem de aspirações. Um dia vamos todos partir. Mas não inteiramente. Vamos embora daqui. Por favor.
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