Com medo que te encontrassem e te tirassem de mim, escondi-te num pequeno cofre dourado e enterrei-te no meu jardim. Pendurei a chave ao pescoço e guardei-a sempre perto de mim, como se ela valesse mais do que a minha própria vida. Quando te soltei, tu fugiste. Desapareceste e não querias que te encontrasse, o que me deixou muito decepcionada.
Eu gostava tanto de ti que te prendi bem cá dentro. Devia ter-te libertado, é o que eles dizem.
Mas quem são eles para lhes confiar a minha chave?
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